26 Novembro 2009
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Michael Jackson,
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23 Novembro 2009
ABENÇOADOS SEJAM TODOS OS JOVENS
Há na sociedade moderna, um peso enorme nas costas da juventude. Uma cobrança desajustada, cruel e injusta. São condenados pelo uso de drogas, bebidas, como se o mundo dos adultos fosse um paraíso concebido sem pecados. Seres humanos cometem erros e acertos. Ninguém pode se colocar acima do bem e do mal. Não há na natureza nenhum altar preparado para receber os homens. Somos criaturas obsoletas na condição divinal que inspira todos os demais seres. Matamos. Roubamos. Estupramos. Nossa violência exacerbada, pode explodir a qualquer momento, como um vulcão incontrolável. Ser jovem, no mundo de hoje, é receber as fagulhas de um passado pernicioso, infeliz, ferindo-se sem a mínima chance de defesa.
Não há lugares para os jovens nessa sociedade mesquinha. São criticados, espoliados, vilipendiados, por criaturas mais velhas que se julgam sábios e experientes. Os adultos são tão frágeis que se sentem temerosos em revelar essa condição. Criam fantasias, onde fazem uso da crítica dura, áspera, para que o medo e a insegurança fiquem mascarados e não apareçam à flor da pele. É preciso que os jovens saibam que os adultos não são invulneráveis. Todos nós temos um “calcanhar de Aquiles”. Precisamos e temos obrigação de chamar os jovens para nossas conversas e não afogá-los com internet, televisão, presentes e indiferença. Há pais que preferem pagar um alto preço para manter os gostos dos filhos do que educá-los. Chamam seus filhos de “aborrecentes”. Jovens são excluídos como negros, gays, lésbicas, homossexuais, como se não fizessem parte da raça de hipócritas humanos. Eles são vítimas de um sistema arcaico, doente, que se arrastou por séculos sob a égide do poder religioso e político. Proibir não é ensinar. A pedagogia do medo gera ódio e intolerância. Deus está acima do que todos imaginam ser o caminho para a felicidade. Há uma bandeira hasteada no topo do mundo e quiçá todos pudessem enxergá-la e respeitá-la. É a bandeira do amor. Ela foi colocada lá pelos mestres que pregaram só o amor, nada mais que o amor. O resto foi invenção de grupos interesseiros. Amar os jovens como amamos a Deus...é um bom começo..quer tentar?Carlos Roberto Ventura, Coordenador de Eventos, OUTUBRO,2009
ASSOCIAÇÃO ECO VITAL (POR UMA CULTURA ECOLÓGICA) Organização Não Governamental de Utilidade Pública
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Carlos Roberto Ventura
19 Novembro 2009
10 Novembro 2009
IDEALISMO PROLÍFERO
Os homens sonham, sofrem pesadelos, ingerem bebidas alcoólicas, drogas, são motivados pela violência, pelo amor, ouvem e inserem na alma o que entendem ser de direito, ainda que caminhem por vias tortuosas. O espírito é sempre nefelibático. Cabe a ele impedir o atropelamento da alma pelo trem da morte que atravessa o deserto de quem cultua o materialismo. Há quem viva na picardia da contra mão. A ritualística do dia a dia não agrada a gregos e troianos. Não há necessidade de premer o espírito para sua jornada terrena. Sonhar é de direito. Entre a cruz e o punhal há um espaço para minha fala. Minhas considerações não visam resguardar o que foi imposto pelas arbitrárias especulações humanas. Quero deixar revelado o que sou na intenção de não ser o que desejam que eu seja. Isso é apenas uma questiúncula. Há muito mais acima da terra e abaixo dos céus. Não pretendo invadir os abismos das consciências, daí encontrarei milhões de histórias e fatos que me conduzirão ainda mais para as nuvens. Os conceitos humanos são risíveis. Atrelados aos interesses individuais ou coletivos, tornam-se câncer da alma segura e desejosa de volitar pelo espaço da liberdade. Meu corpo não aceita ser coberto por uma toga. Não é essa a meta da minha alma. Quero a permanência no volátil mundo das considerações. Considero a importância de se viver bem ao lado da natureza fértil que nos associa as suas origens. Viajei pelo período pleistoceno na intenção de plantar-me como criatura participativa em todas as eras. Fui planta. Animal. Inseto. Gigante e anão. Fui bactéria. Fui ectoplasma do poder que pariu a vida nos hemisférios planetários. Estou nas mãos da criação que nada tem a ver com conceituações filosóficas ou dogmáticas. Hoje sou homem e o amanhã ainda não se abriu no escrutínio da minha consciência. O presente me provoca para uma reação responsável em favor da vida. Sejamos atalaias no contexto vivencial do hoje, sem dissimulações, na hegemonia natural que respiramos todos os dias. E do infinito, onde a heliocromia gera admiração aos nossos olhos, possam chegar energias brilhantes, auxiliando-nos nessa servidão divina de preservar a vida...a nossa própria vida em razão de todas as outras...vegetal...animal...mineral...espiritual...
Carlos Roberto Ventura, Coordenador de Eventos, OUTUBRO,2009
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05 Novembro 2009
PROVÉRBIO
"Quando o homem tiver cortado a última árvore, poluído a última gota de água, matado o último animal e pescado o último peixe,
só então perceberá que o dinheiro não é comestível"
Provérbio Indígena
só então perceberá que o dinheiro não é comestível"
Provérbio Indígena
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02 Novembro 2009
MINHA OFERTA
O livre navegar pelas ondas do pensamento, nesse oceano de questionamentos e buscas, além de fortalecer a imaginação, eleva o espírito dos aventureiros, estabelece uma tempestade de conhecimentos na candura da liberdade. Estamos na forma prevista e criada pelos mistérios insondáveis do Universo. Somos uma somatória de resultados e experiências anteriores, condicionados a um espaço físico temporário, que sofre as mutações necessárias sem perder a essência. Argüir nessa limitação humana, produz mais incertezas do que resultados satisfatórios, empurrando-nos para uma consciência de que seremos eternos doutores em teorias. Há sinais sublimes que respondem as nossas inquietações. Na calma, na eloqüência febril das nossas almas, na meditação livre, no rompimento com as tradições milenares, podemos saborear a sublime corte divinal que a tudo toca e cria. Não é possível manter uma afinidade com a matéria e ao mesmo tempo discorrer em versos espiritualistas. Nesse imenso terreno existencial, trouxemos para os tempos atuais, nessa obediência prematura, costumes que foram implantados por mãos severas, sem compaixão, afundando nossa liberdade no lodo do oportunismo.
A alma canta em outros tons e seus apelos estão distantes da compreensão física e obsoleta da rotina diária. Precisamos ousar e sair dessa caixa onde nos prenderam, o que muda é apenas a aparência, a textura, a pintura, travando nosso desejo de buscar o infinito direito de ser o que nossa alma pede e implora. Esse pedido foi enterrado em um passado distante, quando o espírito humano passou a entender um pouco mais de si. Hoje ele se manifesta. Anseia. Fala. Grita se preciso for. Minha prolação é o que se apresenta como via e estrada ao inédito, ainda que seja o natural, despertando para o amanhã. Não mais delongas. Não mais obscurecimento. Não mais imposições. O que estou oferecendo é uma aproximação de almas. Uma oração criada na consonância da totalidade dos seres. Na igualdade do existir. Entre todos os reinos. Sem bandeiras. Sem fronteiras. Sem trincheiras. No amor. Com amor. Pelo amor. Nós...eu e você!
Carlos Roberto Ventura, Coordenador de Eventos, OUTUBRO,2009
ASSOCIAÇÃO ECO VITAL (POR UMA CULTURA ECOLÓGICA)
Organização Não Governamental de Utilidade Pública

A alma canta em outros tons e seus apelos estão distantes da compreensão física e obsoleta da rotina diária. Precisamos ousar e sair dessa caixa onde nos prenderam, o que muda é apenas a aparência, a textura, a pintura, travando nosso desejo de buscar o infinito direito de ser o que nossa alma pede e implora. Esse pedido foi enterrado em um passado distante, quando o espírito humano passou a entender um pouco mais de si. Hoje ele se manifesta. Anseia. Fala. Grita se preciso for. Minha prolação é o que se apresenta como via e estrada ao inédito, ainda que seja o natural, despertando para o amanhã. Não mais delongas. Não mais obscurecimento. Não mais imposições. O que estou oferecendo é uma aproximação de almas. Uma oração criada na consonância da totalidade dos seres. Na igualdade do existir. Entre todos os reinos. Sem bandeiras. Sem fronteiras. Sem trincheiras. No amor. Com amor. Pelo amor. Nós...eu e você!
Carlos Roberto Ventura, Coordenador de Eventos, OUTUBRO,2009
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29 Outubro 2009
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O pensamento surge e se desenvolve de acordo com a respiração. Quando alguém pensa "profundamente, sua respiração fica lenta. Quando pensa rápido, a respiração alterna rapidamente. Quando um ataque de ira abala a mente, a respiração se torna agitada; quando a alma está tranquila, assim também está a respiração. Agora, peça alguém para tentar o oposto; solicite-o para pensar profundamente enquanto respira rápido, e verificará que isso é impossível."